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Maria

Maria, jovem de Nazaré, foi escolhida por Deus para ser a Mãe do Cristo, Jesus. Sempre fiel às Sagradas Escrituras e à oração, Maria, na sua humildade, coloca-se como serva: seu único desejo era o de viver segundo a vontade e determinação de Deus.

"Então disse Maria: "Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim, segundo a tua palavra". (Luc 1,38) 

O Sagrado Coração de Maria
 
WB00860_.GIF (262 bytes)  A Virgem Maria
WB00860_.GIF (262 bytes)  Maria é Santa
WB00860_.GIF (262 bytes)  Maria é a Arca da Nova e Eterna Aliança
WB00860_.GIF (262 bytes)  Maria é Rainha
WB00860_.GIF (262 bytes)  Maria é Intercessora
WB00860_.GIF (262 bytes)  Santa Maria, Mãe de Deus
WB00860_.GIF (262 bytes)  Maria, Mãe da Igreja
WB00860_.GIF (262 bytes)  Maria, Modelo do Cristão
WB00860_.GIF (262 bytes)  As Aparições e os Títulos de Nossa Senhora
WB00860_.GIF (262 bytes)  Bem-Aventurada é você Mãe
WB00860_.GIF (262 bytes)  Maria, Mãe de todos nós
WB00860_.GIF (262 bytes)  Maria Mulher, Maria Mãe
WB00860_.GIF (262 bytes)  Nossa Mãe. E a palavra se fez carne
WB00860_.GIF (262 bytes)  Devoção ao Imaculado Coração
WB00860_.GIF (262 bytes)  Oração ao Imaculado Coração de Maria
WB00860_.GIF (262 bytes)  Quem compôs a Ave-Maria
WB00860_.GIF (262 bytes)  Imagem Materna do Amor de Deus
WB00860_.GIF (262 bytes)  Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt
WB00860_.GIF (262 bytes)  Nossa Senhora das Graças

 


WB00860_.GIF (262 bytes) A Virgem Maria

A Virgem Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, é uma criatura privilegiada. Deus queria fazer-se homem e escolheu Sua Mãe, cumulando-a de todos os dons e virtudes, a fim de preparar Sua morada em seu seio virginal.

Com razão, o profundo sentido de piedade popular dirige-lhe este louvor: "mais que tu, só Deus!" Suas relações especiais com a Santíssima Trindade fazem com que a louvemos como Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho e Esposa do Espírito Santo de Deus. Bem pôde cantar agradecida, ao ter conhecimento do mistério da sua eleição divina para ser a Mãe do Verbo Encarnado: "todas as gerações me hão de proclamar bem-aventurada, porque o Todo-Poderoso fez em mim grandes coisas."

O privilégio fundamental, que está no centro de todos os outros e dá a razão deles, é a maternidade divina. Maria Santíssima é verdadeiramente Mãe de Deus, porque gerou e deu à luz Cristo Jesus, que é verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Quando Nestório negou a Maternidade divina de Maria, o Concílio de Éfeso proclamou este ensinamento: "Se alguém não confessa que o Emanuel é verdadeiro Deus e por isso a Santíssima Virgem é Mãe de Deus, posto que gerou carnalmente o Verbo de Deus feito carne, seja anátema". (Anatem, de S. Cirilo, 1, em Dz.113).Jesus é seu Filho.

Porque estava escolhida para ser Mãe de Deus, foi preservada do pecado original com o qual todos nascemos, herdado de nossos primeiros pais. Ela é a Imaculada Conceição. Assim Pio IX define este dogma: "Proclamamos e definimos que a doutrina que afirma que a Santíssima Virgem Maria foi preservada imune a toda mancha de culpa original no primeiro instante da sua conceição por graça singular e privilégio de Deus Onipotente, em atenção aos méritos de Cristo Jesus Salvador do gênero humano, é revelada por Deus e deve ser portanto acreditada firme e constantemente por todos os fiéis". ( Bula Inefabilis Deus, 8 de dezembro de 1854, em Dz. 1641).

Embora esse privilégio se refira diretamente à inexistência nela do pecado original, há de se entender ao mesmo tempo que Deus a santificou com tal abundância de graças que a colocam acima de todos os Anjos e de todos os Santos. Ela é a Rainha de todos os Santos porque a medida da Sua santidade é o privilégio maior que Deus concedeu a uma criatura: ser Sua Mãe.

"Todas as gerações me chamarão bem aventurada" (Lc 1, 48)

A piedade da Igreja para com a Santíssima Virgem é intrínseca ao culto cristão. A Santíssima Virgem é legitimamente honrada com um culto especial pela Igreja. Com efeito, desde remotíssimos tempos a bem-aventurada Virgem é venerada sob o título de "Mãe de Deus" sob cuja proteção os fiéis se refugiam suplicantes em todos os perigos e necessidades. Este culto encontra a sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus e na oração mariana, tal como o Santo Rosário, resumo de todo o Evangelho.

Devemos acrescentar ainda, que na história da humanidade nunca se ouviu dizer de alguém que tivesse tantos títulos quanto Maria.

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WB00860_.GIF (262 bytes) Maria é Santa

 

Nenhuma criatura pode igualar-se à Virgem Maria na sua eleição de ser a Mãe de Deus.

A santidade de Maria ultrapassa a de Isabel (Lc 1,41), a de Zacarias (Lc 1,67) ou a dos Apóstolos (At 2,4), que ficaram repletos do Espírito Santo. Inegavelmente, a alma de Maria foi a mais bela criada por Deus, e sua maior obra depois Encarnação do Verbo. A santidade de Maria é a mais perfeita de toda a humanidade.

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WB00860_.GIF (262 bytes) Maria é a Arca da Nova e Eterna Aliança.

 

Vemos no Antigo Testamento que a Arca da Aliança era sinal da presença de Deus entre o Seu povo, pois no seu interior guardava-se a Palavra do próprio Deus resumida nas Tábuas da Lei. A Arca era construída com materiais preciosos e revestida de ouro no seu interior.

Maria é também chamada de Arca da Nova Aliança, pois o Filho de Deus, o Verbo, a Palavra de Deus que se fez homem, habitou em seu seio por nove meses.

A beleza de Maria é incomparável. Deus a cumulou de dons e virtudes e sua beleza externa reflete a plenitude de graça com que foi adornada. Sua beleza externa é reflexo da riqueza de sua alma.

Não devemos esquecer também que o lugar onde estivesse a Arca da Aliança era sagrado, e Deus ouvia com especial atenção as orações dos que a Ele se dirigiam. Era promessa do próprio Deus: "Meu nome estará ali", (I Reis 8,29)

Maria é a Arca da Nova e Eterna Aliança. Junto dela nossas preces são ouvidas por Deus, e com vantagem, pois Ela aperfeiçoa nossas orações imperfeitas.

Maria é a Arca da Nova e Eterna Aliança, pois Deus firmou a primeira Aliança com Moisés, a qual continha os ensinamentos básicos para a humanidade. Jesus veio para confirmar e aperfeiçoar esses ensinamentos.

Maria é a Arca da Nova e Eterna Aliança, que significa sempre, sem começo e sem fim, é sempre presente, sempre atual em todos os tempos.

Maria é a Arca da Nova e Eterna Aliança. Através dela o Verbo se fez Carne, por isso é Co-Redentora. "E o Verbo se fez Carne e habitou entre nós"( Jo 1,14); podemos proclamar: "O Verbo se fez carne e habitou em Maria".

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WB00860_.GIF (262 bytes) Maria é Rainha

 

"Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a Sua Palavra". Essas foram as palavras de Maria no momento da Anunciação. Maria ouviu a mensagem do Anjo Gabriel, meditou, refletiu e deu seu "fiat".

Maria é “Rainha”, porque é a mais perfeita criatura saída das mãos de Deus.

Concebida sem a mancha do pecado original, Maria é pois “Imaculada”, isto é, sem “máculas”.

Maria disse seu “Sim” à Encarnação  de Cristo Jesus, numa situação em que poderia facilmente ser acusada de “infiel” a seu marido e, nessa condição, ser levada a um tribunal, e condenada à morte por apedrejamento.

Sua coragem, e sua total obediência a Deus-Pai, garantiu-lhe um lugar todo particular na História da Salvação. Por esse motivo, Maria é sem sombra de dúvida uma grande Rainha!

Por ter sido serva, foi exaltada Rainha. Maria é proclamada Rainha dos Anjos, da Paz, do Rosário, do Céu e da Terra, Rainha dos Patriarcas, dos Apóstolos, dos Profetas e de todos os Santos.

 

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WB00860_.GIF (262 bytes) Maria é Intercessora

Os Evangelhos relatam o poder intercessor de Maria. Em Jo 2, 1-11, podemos ver como aconteceu o primeiro milagre de Jesus, em Caná da Galiléia, durante uma festa de casamento, que foi assim: Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: "Eles já não têm vinho". Respondeu-lhe Jesus: "Mulher, isso nos compete a nós? Minha hora ainda não chegou." Disse então sua mãe aos serventes: "Fazei tudo o que ele vos disser." Ora achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas. Jesus ordenou-lhes: "Enchei as talhas de água." Eles encheram-nas até em cima. Tirai agora, disse-lhes Jesus, e levai ao chefe dos serventes." E levaram. Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo donde era, (se bem o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o esposo e disse-lhe: "É costume servir primeiro o vinho bom, e depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas, tu guardaste o vinho melhor até agora."

Esse trecho do Evangelho de São João merece nossa atenção especial, pois relata um fato corriqueiro, que não diz respeito à Salvação eterna das almas; e no entanto, não passa desapercebido por Maria. Veja quanto carinho, quanta delicadeza da parte dela. Repare o quanto Maria se preocupa com os detalhes, com as minúcias, o quanto ela está atenta! Por isso, é nossa grande Intercessora junto a Deus. Como Mãe cuidadosa que é está sempre pronta a dizer a seu Filho, Jesus, qual o vinho que nos falta, seja ele qual for. Nos momentos difíceis, na falta de saúde, na dificuldade financeira, na resolução de algum problema, em um projeto, diga a Maria qual o vinho que lhe falta.

Por tudo que conhecemos desta grande Serva de Deus, pode-se chamá-la de:

Virgem Poderosa, Mãe do Bom Conselho, Saúde dos Enfermos, Consoladora dos Aflitos, Auxílio dos Cristãos, Refúgio dos Pecadores, Perpétuo Socorro, Porta do Céu, Medianeira de Todas as Graças …e tantos e tantos outros títulos.

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 WB00860_.GIF (262 bytes) Santa Maria, Mãe de Deus

Os merecimentos dados a Maria ultrapassam os de todos os Anjos e Santos juntos, porque Deus dá a cada um a graça que corresponde a sua missão neste mundo e Maria, desde a eternidade havia sido escolhida para ser Mãe do Salvador.

Em Lucas, 1,28-35, encontramos a descrição desta verdade: Entrando o anjo, disse-lhe: "Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó; e o seu reino não terá fim." Maria perguntou ao anjo: "Como se fará isso, pois não conheço homem?" Respondeu-lhe o anjo: "O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus."

Maria ouve, medita, faz perguntas a fim de esclarecer suas dúvidas, e confiante no poder de Deus, aceita a missão que lhe fora confiada.

O que significa isso para nós? Esse trecho das Escrituras é importantíssimo e merece reflexão especial.

Em primeiro lugar, também nós fomos chamados a uma missão concreta, e recebemos de Deus as graças necessárias para realizá-la. Porém, não devemos esquecer que Deus nos fez livres para aceitar ou não a missão que nos foi confiada.

Maria era orante, piedosa, conhecia as Escrituras e como muitas jovens de sua época, também esperava a vinda do Messias, e ela havia sido a escolhida para ser a Mãe do Filho de Deus e aceitou sua missão. Cabe aqui outro porém: se não formos orantes, se não buscamos conhecer a Deus, como saber a que missão fomos chamados? É preciso, além de orar, saber calar em oração, a fim de ouvir a voz do Senhor, saber como Ele quer direcionar nossas vidas. Nosso grande mal é falar demais e não ouvir a resposta da oração, e ainda primeiro traçarmos nossos planos e depois o apresentarmos a Deus, quando na realidade deveríamos fazer o inverso; primeiro consultar o Senhor e depois colocar em prática o que nos foi inspirado.

Outro fato interessante: muitas vezes pensamos que quando há uma interferência divina, algo de muito extraordinário deve acompanhar esta manifestação, e não é assim. Deus é simples e age na simplicidade. No nascimento de Maria não houve nada de extraordinário. Os Evangelhos nada dizem, mas Maria deve ter nascido na Galiléia, na cidade de Nazaré, e naquele dia nada se revelou aos homens.

Com freqüência as coisas importantes de Deus passam desapercebidas aos olhos dos homens.

Maria teve uma vida normal com seus pais Ana e Joaquim.

Todo o povo de Israel esperava aquela que seria a Mãe do Messias, esperava a donzela prometida nas Escrituras e não sabia que ela já existia.

Externamente, nada diferenciava Maria das outras jovens. O que havia em Maria era uma maturidade plena, proporcional a sua idade. E essa vida tão cheia de normalidade ensina-nos a agir de tal maneira que saibamos nos ocupar das nossas tarefas diárias sempre com os olhos fitos em Deus.

Este é o segredo de Maria! Ela conhecia as Escrituras, era uma jovem orante e com isto conhecia a Deus.

E nós? Conhecemos as Escrituras? Somos pessoas orantes?

Maria tudo observava e meditava em seu coração.

E nós? Quando observamos algo é para criticar, comentar. Não sabemos calar nem mesmo em oração para ouvir a voz de Deus, ou então julgamos que Deus se revela somente a alguns privilegiados, nunca para nós. Esquecemos de parar para pensar que Deus está vivo, e tudo que vive, age, reage, se manifesta, revela-se, atua.

Imitar Nossa Senhora é aprender a dar valor às pequenas coisas do dia a dia; do amanhecer ao pôr do sol, tudo deve ser vivido e feito com amor e por amor a Deus. Isso atrai a misericórdia divina e aumenta continuamente a graça santificante.

Portanto:

*que saibamos servir aos outros sem alarde

*que tudo o que fizermos, cada ato, cada gesto, seja na discrição, sem o desejo de aparecer, pois tudo em nós Deus vê e só a Ele importa que seja visto.

*que saibamos louvar e agradecer a Deus por tudo que nos acontece e ter certeza de que mesmo nas situações mais difíceis, Deus age, restaura; basta orar, confiar e esperar.

A vida de Maria foi uma constante oração. Ela esperava e confiava em Deus por isso ao pé da Cruz, vendo seu Filho ser crucificado, permaneceu em pé. Qual mãe suportaria passar por tudo o que passou Maria? Somente o amor a Deus, a fé e total confiança no poder do Altíssimo poderiam fazer de Maria uma mulher forte. E a confiança em Deus esteve sempre presente em seu coração. Maria não esmoreceu, esperou e viu Jesus Ressuscitar, viu a glória de Deus!

Jesus na Cruz, por intermédio do Apóstolo João, nos dá Maria por Mãe, Mãe de todos os homens, de todos os povos. João imediatamente levou Maria para casa dele. E você já levou Maria para casa?

Levar Maria para casa significa ter consciência de que ela está presente na rotina diária. Significa acolher Jesus e seus ensinamentos, significa recordar com ela os grandes momentos em que Jesus esteve neste mundo através dos mistérios do Rosário; significa orar, meditar, ouvir a voz de Deus. Levar Maria para casa e tê-la como Mãe significa deixar-se educar e ser conduzido por Ela. Tê-la sempre como exemplo nos leva a fazer da nossa vida uma perfeita oferenda ao Senhor.

Nossa Senhora, ao final de seus tempos aqui na terra, foi assunta ao céu em corpo e alma. Somente Jesus e Maria vivem no Paraíso em corpo e alma. Maria foi coroada pela Santíssima Trindade como Rainha dos Céus e da Terra, Rainha dos Anjos e dos Santos, Rainha dos Apóstolos, do Rosário, Rainha da Paz.

Ao receber a Comunhão, não esqueça que a genética de Maria está presente em Jesus, portanto, através da Sagrada Eucaristia, os traços de Maria ficam em nós.

Jesus, o Verbo de Deus se fez homem, habitou entre nós, submeteu-Se aos cuidados de Maria, colocou-se na condição de filho. Portanto, o verdadeiro Católico coloca-se no mesmo estado em que Jesus se colocou, ou seja, o estado de filho de Maria. Maria é educadora, pois é Mãe. Foi ela quem ensinou Jesus a andar, a falar, como se portar em comunidade, o respeito humano e o que poucas mães católicas fazem: ensinou lhe as Escrituras.

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WB00860_.GIF (262 bytes) Maria, Mãe da Igreja

Depois da Ascensão de Jesus, Maria permaneceu junto aos Apóstolos, em oração, esperando com eles a vinda do Espírito Santo Paráclito, que daria início à Igreja de Cristo. Por haver experimentado plenamente o poder de Deus Trino, Nossa Senhora, naqueles tempos, certamente esteve encorajando os discípulos de seu Filho e ensinando-os sua fé, sua confiança inabaláveis em Deus. Maria é portanto, Mãe da Igreja.

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WB00860_.GIF (262 bytes) Maria, Modelo do Cristão

Maria é o caminho que nos leva a Jesus. É nosso grande modelo de vida cristã, de santidade. Não é preciso fazer grandes coisas para ser santo, é preciso sim ouvir a voz de Deus, na simplicidade do dia a dia, dentro da vocação a que fomos chamados; sem fugir da rotina é que atingimos a santidade. Maria, a rainha de todos os santos, teve uma vida extremamente simples em seu lar em Nazaré, porém entregou-se completamente à vontade de Deus com seu fiat. Cumprindo as responsabilidades de esposa, mãe e cidadã, Maria tornou-se para nós um exemplo. O maior ensinamento que Maria nos deu foi a contemplação. Este é o segredo da santidade: diariamente olhar Jesus com amor, permitindo que o Senhor compartilhe conosco em nossa rotina diária. E Jesus amou tanto a humanidade que, além de habitar entre nós, fez-se alimento antes de voltar ao Pai. Na humildade do Pão, o Senhor nosso Deus permanece conosco diariamente até a sua segunda vinda. No silêncio dos Tabernáculos, lá está Jesus à espera de almas adoradoras; nas Hóstias consagradas o Senhor nos faz a amorosa súplica:" permite que Eu viva em ti".

Assim como Maria, dê ao Senhor o seu sim e espere Nele, você verá o quanto é fácil a vida em Cristo Jesus.

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