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Outras Religiões

 

  As Antigas Religiões
            Hinduísmo
            Budismo
            Judaísmo
            Cristianismo
            Islamismo
  Aspectos que o católico deve observar
  Em que difere o cristianismo das religiões acima apresentadas
  Ser Cristão
  A Igreja de Jesus
 

As Antigas Religiões

A religiosidade faz parte do ser humano e enquanto houver homens na face da terra haverá religião. Muitas delas surgiram da necessidade de um povo e de uma cultura, se estabeleceram e existem até hoje. É o caso das antigas religiões, entre elas: o Hinduísmo, o Budismo, o Judaísmo.

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HINDUÍSMO

O Hinduísmo faz parte do grupo das mais antigas religiões. Surgiu na Índia por volta do ano 1500 a 1200 a.C. e não se conhece nenhum fundador oficial. “É ao mesmo tempo filosofia e teologia, sistema social e regra de vida para o indivíduo”. Isso significa que religião e sociedade estão interligadas.

No Hinduísmo não há separação entre o divino e o profano, Deus é tudo e está em tudo. Por isso não existe o termo re-ligare (religião). Ao invés de religião, a palavra usada é “Dharma”,  que significa: harmonia, ordem, lei.

O Hinduísmo crê na auto-salvação e na reencarnação. A alma é eterna, mas vive nos corpos dos homens e dos animais, renascendo em um ou em outro de acordo com o carma - a lei de causas e efeitos- a cumprir, até a libertação definitiva da alma.

No Hinduísmo não há uma grande tradição, não há um fundador, não há um padrão dogmático, não há teologia embora haja livros sagrados. Os Vedas são os escritos sagrados mais antigos e fonte de verdade inefável para os hindus.

Não provém de uma revelação sobrenatural, nasceu de uma experiência humana. O deus hindu é o mesmo, embora reencarne quando necessário.

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BUDISMO

O Budismo nasceu na Índia, seis séculos antes de Jesus; seu fundador foi Sidarta Gautama, conhecido por Buda, que significa “o Iluminado”.

Buda não rejeitou a existência de Deus, mas não aceitou especulações ou busca de repostas a respeito de como e quando surgiu o universo, nem a idéia do transcendente. O fato de Deus existir ou não está em segundo plano, o importante é que cada pessoa verifique por si mesma que Buda está certo, pois para seus seguidores Buda é a perfeição de todos os seres humanos.

Por causa disso, alguns consideram o Budismo uma filosofia e não uma religião.

Para o Budismo, o ciclo ignorância, sede de viver e o apego às coisas materiais deve ser abolido da mente dos homens, a fim de que seja possível alcançar a iluminação ou o Nirvana.

Embora a iluminação seja um caminho bastante difícil de ser percorrido, exigindo muita dedicação, alcançada só  por dedicados monges, pode ser feito; afirma-se que todo ser humano é iluminado, embora não tenha consciência disso.

A doutrina budista consiste em : evitar o mal, praticar o bem, purificar o pensamento. e um bom leigo deve praticar três virtudes: fé, moral e benevolência.

O Budismo prega o renascimento ou reencarnação. Após a morte, o espírito volta em outros corpos, subindo ou descendo na escala dos seres vivos ( homens ou animais ) de acordo com a bondade de sua própria conduta, até libertar-se do carma, a lei de causas e efeitos.

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JUDAÍSMO

O Judaísmo surge há aproximadamente três mil setecentos e sessenta anos, quando Deus estabelece uma aliança com Abraão dizendo-lhe: “Vá para a terra que vou te mostrar.farei de ti uma grande nação.e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Essa aliança se perpetuaria de geração em geração através do ato de circuncisão – sinal do pacto entre Deus e os homens.

Movido pela fé, Abraão deixa Ur, lugar onde habitava, e parte em busca da terra prometida por Deus, Canaã. Reúne os animais, as tendas, os escravos e parte por um longo caminho juntamente com Sara, sua mulher.

Através dos descendentes de Abraão, Deus continua comunicando-Se e dirigindo Seu povo. A Moisés, entregou as Tábuas da Lei, que continham Seus ensinamentos. O Decálogo, ou os Dez Mandamentos eram guardados e transportados em uma arca denominada Arca da Aliança.

Devido a uma sucessão de êxodos forçados, o “Povo de Deus” foi obrigado a dispersar-se.

Mais tarde Deus deu a Moisés a “Torah” -ou “Pentatêuco”, os cinco primeiros Livros da Bíblia- ainda em sinal de sua aliança.

Embora disperso pelo mundo todo, o povo Judeu não deixava de orar, respeitar o Dia do Senhor (os sábados) e as datas importantes e de estudar a Torah.

Até os dias atuais, o povo Judeu sofre sucessões de “altos e baixos” e aguarda a vinda do Messias prometido por Deus, pois muitos deles não reconheceram em Jesus “o Cristo”. Esse dia será marcado pela ressurreição dos mortos.

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CRISTIANISMO

O Cristianismo originou-se no Oriente Médio e tem suas raízes no Judaísmo. É a religião da revelação.

Teve início com a vida, o mistério, a morte, a ressurreição e a ascensão de Jesus, um Judeu que os cristãos acreditam ser o Filho de Deus. Suas raízes, no entanto, são mais antigas e penetram fundo na tradição judaica. O cristianismo considera-se a nova Aliança ou Novo Testamento em relação ao Antigo. A história e interpretação primitiva de Jesus, que o considerou o Cristo, ou Messias, está registrada no Novo Testamento, que inclui os Evangelhos, as Epístolas (cartas) e outros escritos do século I. Todos eles reconhecem que Jesus foi e é a intervenção pessoal de Deus para restaurar Seu poder e força no mundo. (BOWKER, John “Para entender as Religiões”)

Deus não Se limitou a eleger um povo, enviar-lhe Profetas; Ele quis dar ao mundo Seu próprio Filho Unigênito que se fez homem. Assim Deus veio à terra, viveu no meio de nós, revelou-nos o Reino do Pai, padeceu numa cruz, morreu e ressuscitou, voltou ao Pai, de onde é intercessor permanente.

Antes de Sua morte, Jesus reuniu os Apóstolos, recomendou-lhes que partilhassem o pão e o vinho, garantindo-lhes que eram Seu Corpo e Seu Sangue, Sangue este que selaria a Nova e Eterna Aliança entre Deus e os homens.

Prometeu aos Apóstolos que ao voltar para o Pai, enviar-nos-ia o Consolador, o Paráclito anunciado pelos Profetas, que é o Espírito Santo de Deus, gerado do amor entre o Pai e o Filho.

O derramamento do Espírito Santo aconteceu no dia de Pentecostes, quando marcou o nascimento da Igreja de Cristo. Através da Igreja, dos Sacramentos, mais especificamente, da Eucaristia, Deus permanece entre os homens.

Por isso, o Cristianismo é uma Religião diferente das outras. Crê em Deus conosco, no meio de nós.

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ISLAMISMO

O Islamismo começou historicamente na Arábia, no século VII, com o Profeta Maomé.

É uma religião de revelação. Segundo a tradição, Deus, para salvar a humanidade do pecado, enviou constantemente Profetas ao mundo, entre eles: Moisés, Jesus e finalmente Maomé, o intermediário entre Deus e os homens.

Maomé nasceu em Meca e recebeu a primeira revelação já na idade adulta, durante um retiro nas montanhas. Foi bastante contestado, pois pregava um Deus único numa sociedade politeísta, o que o obrigou a transferir-se para Medina, data esta muito valorizada pelos mulçumanos, pois marcou a nova era iniciada pelo Profeta e foi ponto de partida para um novo calendário.

O livro sagrado dos mulçumanos é o Alcorão, onde estão contidas as revelações de Alá.

O Islã ou Islamismo significa “submissão” e Alcorão quer dizer “recitação”.

Um bom mulçumano deve observar e aderir aos cinco pilares do Islamismo: 1) A profissão de fé – “Não há outro deus a não ser Deus e Maomé é o enviado de Deus”. 2) Oração – a oração ritual deve ser recitada cinco vezes ao dia, em horários predeterminados. 3) Esmola ritual – contribuição financeira de solidariedade entre os mulçumanos com o objetivo de auxiliar os pobres e não permitir que a avareza crie raízes no indivíduo 4) Jejum – durante o mês do Hamadã, do calendário islâmico, é obrigatório o jejum de comida, bebida, fumo, sexo e perfume, do amanhecer ao pôr do sol, durante todo o mês. 5) Peregrinação a Meca, ao menos uma vez na vida, onde o ritual é bastante rigoroso, marcado pela prática de dar sete voltas em torno da Caaba ( Templo Mulçumano situado em Meca), tocar e beijar a pedra negra, já venerada por antigas tribos árabes antes de Maomé.

CONCLUSÃO

É importante ter noção a respeito de outras crenças e procurar conhecer mais a doutrina católica. A busca do sagrado faz parte do ser humano, porém cada crença tem sua dinâmica própria, suas características, sua maneira de lidar com o transcendente, e é de acordo com a cultura de cada povo.

Toda forma de religiosidade deve ser respeitada, o que não significa ser adotada. Não podemos fazer uma espécie de salada de religiões e crenças. Cada religião tem seu conjunto de valores complementares, que dão um direcionamento e um sentido coerente ao crente.

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ASPECTOS QUE O CATÓLICO DEVE OBSERVAR

O Catolicismo professa: Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos Santos, na Remissão dos Pecados, na Ressurreição da Carne, na Vida Eterna.Então como é possível professar a ressurreição e aceitar a reencarnação? Não faz sentido, são coisas opostas.

Quem crê no poder dos cristais, pedras e coisas do gênero, está colocando sua confiança nas obras de Deus, quando, para o Católico, Deus é o criador. Então, o que é maior: o Criador ou a criatura? Para os orientais faz sentido crer nas forças da natureza, em pedras, pois eles crêem que Deus é tudo, está na natureza; não há separação entre o sagrado e o profano, o que não faz parte do que professamos: Creio em Deus Pai Todo Poderoso, Criador do Céu e da Terra.

Meditação transcendental, Ioga, Jurey, Seicho-Noyê fazem parte de outra cultura onde o homem transcende, ou seja, se eleva ao divino, torna-se deus, tem como centro o “eu” .

Nossa doutrina ensina a Revelação, isto é, Deus que revela, que vem até o homem, e o Espírito Santo de Deus, que habita em nós pelos méritos de Jesus Cristo, é quem nos dá força e poder através de Seus Dons. É o Espírito Santo quem nos eleva a Deus, é pelo Espírito de Deus que afirmamos: Jesus é o Senhor. Temos como centro não o eu, mas sim Jesus, o Senhor que governa nosso eu, nossa família, nosso trabalho, nosso tempo e tudo o que Deus nos confiou. Em Col. 3, 17 encontramos: “Tudo o que fizerdes por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus”.

Não é coerente acrescentar a nossa religiosidade, as práticas religiosas orientais, amuletos, horóscopo, mapa-astral, Jogos de adivinhação (búzios), espiritismo, sociedades secretas      (maçonaria, pró-vida), superstições (ex. bolsa no chão espanta o dinheiro). Segundo os ensinamentos Bíblicos, tudo isso é paganismo e Deus abomina tais coisas.

Jesus nos resgatou por um preço bastante alto: o preço do Seu Sangue nos deu motivos para Nele crer com Seus testemunhos. Nossa fé em Cristo Jesus é para ser vivida com o acompanhamento da Igreja que Ele mesmo edificou.

Quem crê no poder dos gnomos e duendes, deveria crer também em mula-sem-cabeça, em saci-pererê, é a mesma coisa!

Nosso poder está unicamente em Deus. Com Deus e através Dele tudo podemos. Nada é comparável a Ele. Nosso poder está no Nome de Jesus, no Sangue de Jesus, na Cruz de Jesus, nas Chagas de Jesus, na Palavra de Jesus, nos Sacramentos deixados por Jesus. Nosso Senhor nos deu e deixou tudo o que precisamos para viver na, com e pela Graça Divina. Não faz sentido buscar complementos em outras crenças, não nos falta nada; a não ser para quem não conhece sua própria fé e as riquezas que ela nos promove. Não é possível navegar com um pé em cada canoa. Não se pode servir a dois senhores, nos diz o Evangelho; e o próprio Jesus ainda nos alerta: “Passarão o céu e a terra, mas minhas palavras não passarão”.(Mar 13,31)

Os ensinamentos da Bíblia são bastante claros no que diz respeito à fidelidade. Portanto, é bom conhecer para não ser enganado, e respeitar outras crenças, porém, acima de tudo, aprofundar os conhecimentos na doutrina à qual pertencemos.

“Com efeito, aquele que Deus enviou fala a língua de Deus, porque ele concede o Espírito sem medidas. O Pai ama o Filho e confiou-lhe todas as coisas. Aquele que crê no Filho tem a  vida eterna; quem não crê no Filho não verá a vida, mas sobre ele pesa a ira de Deus”. (Jo 3, 34-36)

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EM QUE DIFERE O CRISTIANISMO DAS RELIGIÕES ACIMA APRESENTADAS:

Ao contrário do Hinduísmo e do Budismo, o Cristianismo crê que Deus é o Criador e tudo o que existe é obra Dele. A natureza somente reflete a perfeição de Deus.

Os seres humanos foram feitos à imagem e semelhança de Deus e são as únicas criaturas que possuem alma.

A alma é eterna e única. Não retorna em outros corpos e muito menos em animais.

Crê na ressurreição e não na reencarnação da alma.

A salvação eterna é mérito de Jesus Cristo que, sendo Deus encarnado, morreu na cruz para a remissão dos pecados.

O Cristianismo prega Deus Uno e Trino, um só Deus em três pessoas: o Pai Criador, o Filho Salvador e o Espírito Santo Santificador.

Não idolatra homens, mas somente a Deus; os Santos são para o Cristão modelo e exemplo de vida cristã. O relato de suas histórias fortalece a fé do Cristão.

Crê na presença real de Jesus na Sagrada Eucaristia.

Crê na Igreja Católica como fonte e promotora da santificação. Nela encontra, o fiel, tudo o que necessita para o crescimento e amparo espiritual.

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A IGREJA DE JESUS

            ‘Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”   ( Mat. 16,18 )

O Senhor Jesus quis permanecer entre nós através da Sua Igreja, onde Ele é a Cabeça e nós os membros. Através dela estamos unidos a Cristo e aos nossos irmãos. O templo é a construção de pedras ou tijolos, a Igreja somos nós. Nós, Igreja, respeitamos a hierarquia deixada pelo próprio Jesus, ou seja, é presidida pelo Sumo Pontífice, o Papa, sucessor de Pedro, e seus auxiliares, os Bispos; a seguir, os Padres e Religiosas e, por fim, os Leigos. Todos formamos uma grande família, a família de Deus.

A Doutrina e a Tradição asseguram a forte Instituição chamada Igreja Católica Apostólica Romana. Católica, pois é universal; Apostólica, por ter sido divulgada pelos Apóstolos; Romana porque Roma é a sede do Bispo, sucessor de Pedro.

Ao fundá-la, Jesus delega ao Apóstolo Simão a missão de chefiá-la.

Falamos, anteriormente, sobre o nome e a missão conferida a ele. Jesus, ao escolher Simão para governar a Igreja nascente, muda seu nome de Simão para Pedro. Pedro foi o primeiro Papa.

Participar, amar e freqüentar a Igreja faz parte do crescimento espiritual da fé. Através da convivência comunitária somos integrados na grande Família de Deus.

É fácil compreender que o amor ama independentemente de ser amado, mas espera ser retribuído e, quando retribuído, pede fidelidade.

A Igreja e mais especificamente o Sacramento da Eucaristia marcam a presença amorosa de Jesus Cristo entre nós. O Senhor nos ama com amor perfeito e também nos pede fidelidade.

A respeito desse tema podemos ver já no Antigo Testamento o quanto a infidelidade é abominável por Deus. Em Levíticos 19, 31 e 20,8 e ainda em Deuteronômio 18, temos um exemplo disso.

Ainda no Antigo Testamento, podemos atestar que a infidelidade foi a causa da quebra da aliança, da amizade entre Deus e os homens.

O ser humano tem fortes tendências à auto-suficiência, ao orgulho, à vaidade e à infidelidade. Essas tendências são tão antigas quanto o ser humano e continuam fortes atualmente.

Liberdade de crenças ou de religiões não é a mesma coisa de caminhos que levam a Deus. Para melhor entendermos, veremos a seguir: os aspectos gerais das antigas e das novas religiões e em que não compartilham com nossa fé.

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SER CRISTÃO

Ser Cristão significa “revestir-se de Cristo”, conhecê-Lo através dos Evangelhos e relatos dos Apóstolos, imitar Sua conduta, seguir Seus exemplos, seguir Seus ensinamentos.

Ser Cristão é deixar de lado o “eu” . É anular-se deixando-se cativar por Seu amor. É experimentar Sua doçura, ouvir Sua voz, sentir Sua presença. Mas isso só é possível quando nos rendemos diante de nós mesmos, buscamos conhecê-Lo e  nos dedicamos à oração, que nada mais é do que falar com Deus.

A oração diária, a freqüência aos Sacramentos, a participação da Santa Missa nos levam ao encontro cada vez mais profundo com nosso Senhor.

A intimidade com nosso Senhor faz toda a diferença em nossa vida, sentimos a transformação a cada dia. Dessa maneira a história da Salvação do nosso futuro será marcada pelo cumprimento da missão à qual fomos chamados por Deus.

Jesus fez a vontade do Pai e a cumpriu até o fim. Pelo Pai, foi glorificado. Em Cristo Jesus também nós seremos glorificados pelo Pai, pois o Espírito Santo nos dará força, perseverança e acima de tudo muito amor ao nosso Deus e irmãos. Como diz o Profeta Isaías: “Caminharemos e não nos cansaremos, correremos e não nos fadigaremos”.

Ser cristão implica em fidelidade. Para ser fiel é preciso conhecer o Mestre através dos Evangelhos e buscar a fidelidade com Deus através da oração permanente.

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