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As
Antigas Religiões
A religiosidade faz parte do ser humano
e enquanto houver homens na face da terra haverá religião.
Muitas delas surgiram da necessidade de um povo e de uma cultura,
se estabeleceram e existem até hoje. É o caso das antigas
religiões, entre elas: o Hinduísmo, o Budismo, o Judaísmo.
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HINDUÍSMO
O Hinduísmo faz parte do grupo das mais
antigas religiões. Surgiu na Índia por volta do ano 1500 a
1200 a.C. e não se conhece nenhum fundador oficial. “É
ao mesmo tempo filosofia e teologia, sistema social e regra
de vida para o indivíduo”.
Isso significa que religião e sociedade estão interligadas.
No Hinduísmo não há separação entre o divino
e o profano, Deus é tudo e está em tudo. Por isso não existe
o termo re-ligare (religião). Ao invés de religião, a palavra
usada é “Dharma”, que significa: harmonia, ordem, lei.
O Hinduísmo crê na auto-salvação e na reencarnação.
A alma é eterna, mas vive nos corpos dos homens e dos animais,
renascendo em um ou em outro de acordo com o carma - a lei
de causas e efeitos- a cumprir, até a libertação definitiva
da alma.
No Hinduísmo não há uma grande tradição,
não há um fundador, não há um padrão dogmático, não há teologia
embora haja livros sagrados. Os Vedas são os escritos sagrados
mais antigos e fonte de verdade inefável para os hindus.
Não provém de uma revelação sobrenatural,
nasceu de uma experiência humana. O deus hindu é o mesmo,
embora reencarne quando necessário.
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BUDISMO
O Budismo nasceu na Índia, seis séculos
antes de Jesus; seu fundador foi Sidarta Gautama, conhecido
por Buda, que significa “o Iluminado”.
Buda não rejeitou a existência de Deus,
mas não aceitou especulações ou busca de repostas a respeito
de como e quando surgiu o universo, nem a idéia do transcendente.
O fato de Deus existir ou não está em segundo plano, o importante
é que cada pessoa verifique por si mesma que Buda está certo,
pois para seus seguidores Buda é a perfeição de todos os seres
humanos.
Por causa disso, alguns consideram o Budismo
uma filosofia e não uma religião.
Para o Budismo, o ciclo ignorância, sede
de viver e o apego às coisas materiais deve ser abolido da
mente dos homens, a fim de que seja possível alcançar a iluminação
ou o Nirvana.
Embora a iluminação seja um caminho bastante
difícil de ser percorrido, exigindo muita dedicação, alcançada
só por dedicados monges, pode ser feito; afirma-se que todo ser
humano é iluminado, embora não tenha consciência disso.
A doutrina budista consiste em : evitar
o mal, praticar o bem, purificar o pensamento. e um bom leigo
deve praticar três virtudes: fé, moral e benevolência.
O Budismo prega o renascimento ou reencarnação.
Após a morte, o espírito volta em outros corpos, subindo ou
descendo na escala dos seres vivos ( homens ou animais ) de
acordo com a bondade de sua própria conduta, até libertar-se
do carma, a lei de causas e efeitos.
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JUDAÍSMO
O Judaísmo surge há aproximadamente três
mil setecentos e sessenta anos, quando Deus estabelece uma
aliança com Abraão dizendo-lhe: “Vá
para a terra que vou te mostrar.farei de ti uma grande nação.e
em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Essa
aliança se perpetuaria de geração em geração através do ato
de circuncisão – sinal do pacto entre Deus e os homens.
Movido pela fé, Abraão deixa Ur, lugar
onde habitava, e parte em busca da terra prometida por Deus,
Canaã. Reúne os animais, as tendas, os escravos e parte por
um longo caminho juntamente com Sara, sua mulher.
Através dos descendentes de Abraão, Deus
continua comunicando-Se e dirigindo Seu povo. A Moisés, entregou
as Tábuas da Lei, que continham Seus ensinamentos. O Decálogo,
ou os Dez Mandamentos eram guardados e transportados em uma
arca denominada Arca da Aliança.
Devido a uma sucessão de êxodos forçados,
o “Povo de Deus” foi obrigado a dispersar-se.
Mais tarde Deus deu a Moisés a “Torah”
-ou “Pentatêuco”, os cinco primeiros Livros da Bíblia- ainda
em sinal de sua aliança.
Embora disperso pelo mundo todo, o povo
Judeu não deixava de orar, respeitar o Dia do Senhor (os sábados)
e as datas importantes e de estudar a Torah.
Até os dias atuais, o povo Judeu sofre
sucessões de “altos e baixos” e aguarda a vinda do Messias
prometido por Deus, pois muitos deles não reconheceram em
Jesus “o Cristo”. Esse dia será marcado pela ressurreição
dos mortos.
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CRISTIANISMO
O Cristianismo originou-se no Oriente Médio
e tem suas raízes no Judaísmo. É a religião da revelação.
Teve início com a vida, o mistério,
a morte, a ressurreição e a ascensão de Jesus, um Judeu que
os cristãos acreditam ser o Filho de Deus. Suas raízes, no
entanto, são mais antigas e penetram fundo na tradição judaica.
O cristianismo considera-se a nova Aliança ou Novo Testamento
em relação ao Antigo. A história e interpretação primitiva
de Jesus, que o considerou o Cristo, ou Messias, está registrada
no Novo Testamento, que inclui os Evangelhos, as Epístolas
(cartas) e outros escritos do século I. Todos eles reconhecem
que Jesus foi e é a intervenção pessoal de Deus para restaurar
Seu poder e força no mundo. (BOWKER, John “Para entender
as Religiões”)
Deus não Se limitou a eleger um povo, enviar-lhe
Profetas; Ele quis dar ao mundo Seu próprio Filho Unigênito
que se fez homem. Assim Deus veio à terra, viveu no meio de
nós, revelou-nos o Reino do Pai, padeceu numa cruz, morreu
e ressuscitou, voltou ao Pai, de onde é intercessor permanente.
Antes de Sua morte, Jesus reuniu os Apóstolos,
recomendou-lhes que partilhassem o pão e o vinho, garantindo-lhes
que eram Seu Corpo e Seu Sangue, Sangue este que selaria a
Nova e Eterna Aliança entre Deus e os homens.
Prometeu aos Apóstolos que ao voltar para
o Pai, enviar-nos-ia o Consolador, o Paráclito anunciado pelos
Profetas, que é o Espírito Santo de Deus, gerado do amor entre
o Pai e o Filho.
O derramamento do Espírito Santo aconteceu
no dia de Pentecostes, quando marcou o nascimento da Igreja
de Cristo. Através da Igreja, dos Sacramentos, mais especificamente,
da Eucaristia, Deus permanece entre os homens.
Por isso, o Cristianismo é uma Religião
diferente das outras. Crê em Deus conosco, no meio de nós.
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ISLAMISMO
O Islamismo começou historicamente na Arábia,
no século VII, com o Profeta Maomé.
É uma religião de revelação. Segundo a
tradição, Deus, para salvar a humanidade do pecado, enviou
constantemente Profetas ao mundo, entre eles: Moisés, Jesus
e finalmente Maomé, o intermediário entre Deus e os homens.
Maomé nasceu em Meca e recebeu a primeira
revelação já na idade adulta, durante um retiro nas montanhas.
Foi bastante contestado, pois pregava um Deus único numa sociedade
politeísta, o que o obrigou a transferir-se para Medina, data
esta muito valorizada pelos mulçumanos, pois marcou a nova
era iniciada pelo Profeta e foi ponto de partida para um novo
calendário.
O livro sagrado dos mulçumanos é o Alcorão,
onde estão contidas as revelações de Alá.
O Islã ou Islamismo significa “submissão”
e Alcorão quer dizer “recitação”.
Um bom mulçumano deve observar e aderir
aos cinco pilares do Islamismo: 1) A profissão de fé – “Não
há outro deus a não ser Deus e Maomé é o enviado de Deus”.
2) Oração – a oração ritual deve ser recitada cinco vezes
ao dia, em horários predeterminados. 3) Esmola ritual – contribuição
financeira de solidariedade entre os mulçumanos com o objetivo
de auxiliar os pobres e não permitir que a avareza crie raízes
no indivíduo 4) Jejum – durante o mês do Hamadã, do calendário
islâmico, é obrigatório o jejum de comida, bebida, fumo, sexo
e perfume, do amanhecer ao pôr do sol, durante todo o mês.
5) Peregrinação a Meca, ao menos uma vez na vida, onde o ritual
é bastante rigoroso, marcado pela prática de dar sete voltas
em torno da Caaba ( Templo Mulçumano situado em Meca), tocar
e beijar a pedra negra, já venerada por antigas tribos árabes
antes de Maomé.
CONCLUSÃO
É importante ter noção a respeito de outras
crenças e procurar conhecer mais a doutrina católica. A busca
do sagrado faz parte do ser humano, porém cada crença tem
sua dinâmica própria, suas características, sua maneira de
lidar com o transcendente, e é de acordo com a cultura de
cada povo.
Toda forma de religiosidade deve ser respeitada,
o que não significa ser adotada. Não podemos fazer uma espécie
de salada de religiões e crenças. Cada religião tem seu conjunto
de valores complementares, que dão um direcionamento e um
sentido coerente ao crente.
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ASPECTOS
QUE O CATÓLICO DEVE OBSERVAR
O Catolicismo professa: Creio
no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos
Santos, na Remissão dos Pecados, na Ressurreição da Carne,
na Vida Eterna.Então como é possível professar a ressurreição
e aceitar a reencarnação? Não faz sentido, são coisas opostas.
Quem crê no poder dos cristais, pedras
e coisas do gênero, está colocando sua confiança nas obras
de Deus, quando, para o Católico, Deus é o criador. Então,
o que é maior: o Criador ou a criatura? Para os orientais
faz sentido crer nas forças da natureza, em pedras, pois eles
crêem que Deus é tudo, está na natureza; não há separação
entre o sagrado e o profano, o que não faz parte do que professamos:
Creio em Deus Pai Todo
Poderoso, Criador do Céu e da Terra.
Meditação transcendental, Ioga, Jurey,
Seicho-Noyê fazem parte de outra cultura onde o homem transcende,
ou seja, se eleva ao divino, torna-se deus, tem como centro
o “eu” .
Nossa doutrina ensina a Revelação, isto
é, Deus que revela, que vem até o homem, e o Espírito Santo
de Deus, que habita em nós pelos méritos de Jesus Cristo,
é quem nos dá força e poder através de Seus Dons. É o Espírito
Santo quem nos eleva a Deus, é pelo Espírito de Deus que afirmamos:
Jesus é o Senhor. Temos como centro não o eu, mas sim Jesus,
o Senhor que governa nosso eu, nossa família, nosso trabalho,
nosso tempo e tudo o que Deus nos confiou. Em Col. 3, 17 encontramos:
“Tudo o que fizerdes
por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus”.
Não é coerente acrescentar a nossa religiosidade,
as práticas religiosas orientais, amuletos, horóscopo, mapa-astral,
Jogos de adivinhação (búzios), espiritismo, sociedades secretas
(maçonaria, pró-vida), superstições (ex. bolsa no chão
espanta o dinheiro). Segundo os ensinamentos Bíblicos, tudo
isso é paganismo e Deus abomina tais coisas.
Jesus nos resgatou por um preço bastante
alto: o preço do Seu Sangue nos deu motivos para Nele crer
com Seus testemunhos. Nossa fé em Cristo Jesus é para ser
vivida com o acompanhamento da Igreja que Ele mesmo edificou.
Quem crê no poder dos gnomos e duendes,
deveria crer também em mula-sem-cabeça, em saci-pererê, é
a mesma coisa!
Nosso poder está unicamente em Deus. Com
Deus e através Dele tudo podemos. Nada é comparável a Ele.
Nosso poder está no Nome de Jesus, no Sangue de Jesus, na
Cruz de Jesus, nas Chagas de Jesus, na Palavra de Jesus, nos
Sacramentos deixados por Jesus. Nosso Senhor nos deu e deixou
tudo o que precisamos para viver na, com e pela Graça Divina.
Não faz sentido buscar complementos em outras crenças, não
nos falta nada; a não ser para quem não conhece sua própria
fé e as riquezas que ela nos promove. Não é possível navegar
com um pé em cada canoa. Não se pode servir a dois senhores,
nos diz o Evangelho; e o próprio Jesus ainda nos alerta: “Passarão o céu e a terra, mas minhas palavras não passarão”.(Mar 13,31)
Os ensinamentos da Bíblia são bastante
claros no que diz respeito à fidelidade. Portanto, é bom conhecer
para não ser enganado, e respeitar outras crenças, porém,
acima de tudo, aprofundar os conhecimentos na doutrina à qual
pertencemos.
“Com
efeito, aquele que Deus enviou fala a língua de Deus, porque
ele concede o Espírito sem medidas. O Pai ama o Filho e confiou-lhe
todas as coisas. Aquele que crê no Filho tem a
vida eterna; quem não crê no Filho não verá a vida,
mas sobre ele pesa a ira de Deus”. (Jo 3, 34-36)
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EM
QUE DIFERE O CRISTIANISMO DAS RELIGIÕES ACIMA APRESENTADAS:
Ao contrário do Hinduísmo e do Budismo,
o Cristianismo crê que Deus é o Criador e tudo o que existe
é obra Dele. A natureza somente reflete a perfeição de Deus.
Os seres humanos foram feitos à imagem
e semelhança de Deus e são as únicas criaturas que possuem
alma.
A alma é eterna e única. Não retorna em
outros corpos e muito menos em animais.
Crê na ressurreição e não na reencarnação
da alma.
A salvação eterna é mérito de Jesus Cristo
que, sendo Deus encarnado, morreu na cruz para a remissão
dos pecados.
O Cristianismo prega Deus Uno e Trino,
um só Deus em três pessoas: o Pai Criador, o Filho Salvador
e o Espírito Santo Santificador.
Não idolatra homens, mas somente a Deus;
os Santos são para o Cristão modelo e exemplo de vida cristã.
O relato de suas histórias fortalece a fé do Cristão.
Crê na presença real de Jesus na Sagrada
Eucaristia.
Crê na Igreja Católica como fonte e promotora
da santificação. Nela encontra, o fiel, tudo o que necessita
para o crescimento e amparo espiritual.
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A
IGREJA DE JESUS
‘Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”
( Mat. 16,18 )
O Senhor Jesus quis permanecer entre nós
através da Sua Igreja, onde Ele é a Cabeça e nós os membros.
Através dela estamos unidos a Cristo e aos nossos irmãos.
O templo é a construção de pedras ou tijolos, a Igreja somos
nós. Nós, Igreja, respeitamos a hierarquia deixada pelo próprio
Jesus, ou seja, é presidida pelo Sumo Pontífice, o Papa, sucessor
de Pedro, e seus auxiliares, os Bispos; a seguir, os Padres
e Religiosas e, por fim, os Leigos. Todos formamos uma grande
família, a família de Deus.
A Doutrina e a Tradição asseguram a forte
Instituição chamada Igreja Católica Apostólica Romana. Católica,
pois é universal; Apostólica, por ter sido divulgada pelos
Apóstolos; Romana porque Roma é a sede do Bispo, sucessor
de Pedro.
Ao fundá-la, Jesus delega ao Apóstolo Simão
a missão de chefiá-la.
Falamos, anteriormente, sobre o nome e
a missão conferida a ele. Jesus, ao escolher Simão para governar
a Igreja nascente, muda seu nome de Simão para Pedro. Pedro
foi o primeiro Papa.
Participar, amar e freqüentar a Igreja
faz parte do crescimento espiritual da fé. Através da convivência
comunitária somos integrados na grande Família de Deus.
É fácil compreender que o amor ama independentemente
de ser amado, mas espera ser retribuído e, quando retribuído,
pede fidelidade.
A Igreja e mais especificamente o Sacramento
da Eucaristia marcam a presença amorosa de Jesus Cristo entre
nós. O Senhor nos ama com amor perfeito e também nos pede
fidelidade.
A respeito desse tema podemos ver já no
Antigo Testamento o quanto a infidelidade é abominável por
Deus. Em Levíticos 19, 31 e 20,8 e ainda em Deuteronômio 18,
temos um exemplo disso.
Ainda no Antigo Testamento, podemos atestar
que a infidelidade foi a causa da quebra da aliança, da amizade
entre Deus e os homens.
O ser humano tem fortes tendências à auto-suficiência,
ao orgulho, à vaidade e à infidelidade. Essas tendências são
tão antigas quanto o ser humano e continuam fortes atualmente.
Liberdade de crenças ou de religiões não
é a mesma coisa de caminhos que levam a Deus. Para melhor
entendermos, veremos a seguir: os aspectos gerais das antigas
e das novas religiões e em que não compartilham com nossa
fé.
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SER
CRISTÃO
Ser Cristão significa “revestir-se de Cristo”,
conhecê-Lo através dos Evangelhos e relatos dos Apóstolos,
imitar Sua conduta, seguir Seus exemplos, seguir Seus ensinamentos.
Ser Cristão é deixar de lado o “eu” . É
anular-se deixando-se cativar por Seu amor. É experimentar
Sua doçura, ouvir Sua voz, sentir Sua presença. Mas isso só
é possível quando nos rendemos diante de nós mesmos, buscamos
conhecê-Lo e nos
dedicamos à oração, que nada mais é do que falar com Deus.
A oração diária, a freqüência aos Sacramentos,
a participação da Santa Missa nos levam ao encontro cada vez
mais profundo com nosso Senhor.
A intimidade com nosso Senhor faz toda
a diferença em nossa vida, sentimos a transformação a cada
dia. Dessa maneira a história da Salvação do nosso futuro
será marcada pelo cumprimento da missão à qual fomos chamados
por Deus.
Jesus fez a vontade do Pai e a cumpriu
até o fim. Pelo Pai, foi glorificado. Em Cristo Jesus também
nós seremos glorificados pelo Pai, pois o Espírito Santo nos
dará força, perseverança e acima de tudo muito amor ao nosso
Deus e irmãos. Como diz o Profeta Isaías: “Caminharemos e
não nos cansaremos, correremos e não nos fadigaremos”.
Ser cristão implica em fidelidade. Para
ser fiel é preciso conhecer o Mestre através dos Evangelhos
e buscar a fidelidade com Deus através da oração permanente.
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