INTERAÇÃO 
   Agradecimentos &
   Testemunhos
   Cartão Virtual
   Espaço Aberto
   Fale Conosco
   Peça sua Oração
   Vela Virtual
   Ver Cartão
   Viagens
CANAIS
   Entrevistas
   Eventos
   Fotos & Imagens
   Indique este Site
   Links
   Santos &
   Orações do Dia
   Sites Úteis
CONTEÚDO
   Arte Sacra
   Artigos
   Bíblia
   Deus Pai
   Espírito Santo
   Glossário
   Igreja
   Jesus Cristo
   Jubileu 2000
   Maria
   Orações
   Outras Religiões
   RCC
   Santos
   Terceiro Milênio
CAMPANHAS
   Pe. Eugenio Maria
   Pe. Roberto
 


O Sacramento da Confissão

Reconciliar significa restaurar a paz - O sacramento da confissão

“Procurai o Senhor, já que Ele se faz encontrar, chamai-O, pois Ele está próximo. Que o mal abandone seu caminho e o malfeitor seus pensamentos. Que ele retorne para o Senhor, o qual lhe manifestará sua ternura para o nosso Deus que é pródigo em perdoar”. (Isaías, 55)

Misericórdia do Pai

Sabemos que Deus pode nos curar e que está sempre disposto a nos perdoar, mas achamos que isso só acontecia na época de Jesus, ou seja, que esses dons ficaram relegados áqueles que conviveram com Ele. Mas isso não é verdade, Jesus é sempre o mesmo, vive entre nós e o seu dom de cura e sua disposição de nos perdoar continuam agindo entre nós.

Deus nos conhece profundamente

Se Deus nos ama e conhece profundamente, por que permite que pequemos? É preciso dizer, em primeiro lugar, que ao contrário do que muitos pensam, Deus jamais pode causar o mal. Embora seja Todo-Poderoso, não interfere em nossa liberdade, pois conhece-nos antes de sermos concebidos. Quando pecamos, Deus-Pai aguarda pacientemente nosso retorno, como na parábola do filho pródigo: fica nos esperando ansiosamente, olhando o horizonte até que seu filho apareça para depois correr-lhe ao encontro para abraça-lo e perdoá-lo.

O peso do pecado e a paz da absolvição

Embora invisível, o pecado pesa, parece um fardo que se carrega nas costas. Também é verdade que depois da absolvição dos pecados sentimo-nos leves, alegres por que estamos em paz com Deus conosco.

A Confissão é o sacramento da misericórdia de Deus, é a festa do pecador arrependido.

Se o pecado nos faz sentir acorrentados, o arrependimento nos devolve a alegria e a liberdade. Deus não resiste ao homem, quando este chora pelos seus pecados e é nesse momento que Ele derrama sobre nós curas e bênçãos.

Perdoar para receber o perdão

“Mas quando vos puserdes de pé para orar, perdoai, se tiverdes algum ressentimento contra alguém”. (         )

Na verdade, se não estivermos dispostos a perdoar o nosso irmão do fundo do coração, nossa oração não será ouvida e não receberemos o perdão. Eliminemos todo e qualquer ressentimento, toda amargura, confessando-a e levando-a diante do Senhor. Só assim Ele estará agindo em nós e nos curando dos pecados.

Exame de consciência

Ao iniciarmos o nosso exame de consciência, invoquemos o Espírito Santo para que, com Sua luz, nos faça reconhecer nossas faltas e pecados. Podemos procurar um lugar tranqüilo, colocar-nos diante de Deus e deixar o silêncio entre nossa alma. Uma vez na presença de Deus, deve-se começar o exame com um ato de humildade, ou seja, é preciso assumir uma atitude de aceitação de nossas faltas. O objetivo mais importante do exame de consciência é alcançar a contrição dos pecados cometidos. Para nos confessarmos, devemos nos arrepender de ter ofendido a Deus e devemos assumir o propósito de emendar-nos. A melhor maneira de chegar á contrição é meditar na Paixão de Cristo. Jesus morreu para nos salvar, e é na Sua Paixão que se manifesta toda Sua misericórdia.

Meditando a Paixão, chegaremos a compreender a maldade de nossos pecados. Ao longo de toda a história do cristianismo, são inúmeros os casos dos que se converteram meditando a Paixão: corações de pedra transformados em corações de carne, cheios de arrependimento. Diz-se que a contrição é “perfeita” quando nasce do amor a Deus, isto é, quando nos arrependemos profundamente pelo fato de nos termos afastado de nosso Deus. A contrição é “imperfeita” (atrição) quando a dor por termos pecado nasce do medo do castigo ou da condenação eterna.

Peçamos ao Senhor o dom das lágrimas! Choremos não pelo medo de castigo, mas pela dor de ter ofendido a Deus.

Louvor e Ação de Graças

Após receber o perdão, entreguemo-nos á alegria e ao louvor a Deus! Sim, por que nosso coração está tranqüilo, a paz voltou, a vida se renova e volta a fluir. Como é bom glorificar a agradecer o Senhor pela imensa alegria de termos sido perdoados.

Renovemos, portanto, nossa intenção de permanecermos fiéis e de não mais pecar: em nome de Jesus Cristo, nosso Salvador e Redentor, cremos que recebemos o pleno perdão de Deus e sabemos que todos os nossos pecados foram sepultados para sempre. Que o sangue de Jesus nos lave de toda corrupção e nos livre de toda condenação. Amém.

Texto elaborado por Stefania Contessa Pânico
Bibliografia
  • Orações do Cristão – Ed. Quadrante, 5ª.ed., S. Paulo, 1995
  • Confessar-se. Como? Por que? – Ed.Loyola, 3ª.ed., S. Paulo, 1997
  • Cura pela Confissão – Pe. Alfredo C. Veiga, Ed.Loyola. S. Paulo, 1996
  • Por que confessar-se – Rafael Stanziona de Moraes. Ed.Quadrante, 2ª.ed., S. Paulo, 1991
  • Catecismo Breve – Enrique Pèlach. Ed. Quadrante, S. Paulo, 1997
  • A fé explicada – Leo J. Trese. Ed.Quadrante, S. Paulo, 1995
Veja também:

(Topo)

 


 

O Sacramento da Confissão – Perguntas e respostas

“Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas vos previno, como já vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus!” (Gal 5, 19-21)

“Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. (I Jo 1,8)

Introdução

Para entendermos bem o sacramento da Confissão, é preciso, antes de tudo, não esquecer que nele recebemos o perdão de Deus e não o perdão dos homens, embora seja diante de um homem – o sacerdote – que nos confessamos. O próprio Cristo outorgou aos Apóstolos e a todos os seus sucessores a autoridade para perdoar quando, ao ressuscitar, pões-se no meio dos discípulos “... soprou eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Áqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; áqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”. (Jó 20,22-23)

Como me confessar? A quem? Quando? O que é pecado? Estas e muitas outras perguntas são feitas por grande parte dos católicos a respeito da Confissão.

Procuramos responder ás mais freqüentes e colocamo-nos á disposição para esclarecer outras dúvidas eventuais. Para tanto, envie suas perguntas á nossa redação através do e-mail: religiaocatolica@religiaocatolica.com.br

1) O que é pecado?

Pecado é toda desobediência voluntária á Lei de Deus ou da Igreja, em outras palavras, á lei moral. O pecado é. Pois uma ação desordenada. Mas como saber se um determinado modo de agir é ordenado, isto é, se está em harmonia ou não com os projetos de Deus? Deus é o legislador supremo que governa o universo: através de leis físicas, químicas e biológicas, governa o mundo material, vegetal e animal. Através da lei moral, governa os seres humanos. O conteúdo da lei moral está contido nos Dez Mandamentos, que correspondem a exigências próprias do modo de ser dos homens. O pecado, embora ás vezes não o pareça, é sempre anti-humano.

O pecado mortal é uma desobediência á Lei de Deus ou da Igreja em matéria grave, feita com pleno conhecimento e consentimento deliberado. O pecado venial é uma desobediência á Lei de Deus ou da Igreja em matéria leve, ou em matéria grave, mas sem pleno conhecimento e perfeito consentimento.

2) O que significa confessar-se?

Confessar-se é experimentar o amor que perdoa.

Não existe estado de alma mais grato do que se sentir perdoado. E Deus quer nos perdoar através de um rito que nos manifesta a sua misericórdia. O sacerdote já não é mais um ser humano limitado, com defeitos e pecados, mas é o próprio Cristo. É Ele quem nos diz: “Eu te absolvo de todos os seus pecados em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Vá em paz”.

3)Quem pode perdoar os pecados?

Somente Deus pode perdoar os pecados. Por ser Deus, Jesus tem o poder de perdoar os pecados e deu esse poder aos apóstolos e aos seus sucessores no sacerdócio, os quais atuam “na pessoa de Jesus”. Quem perdoa os nossos pecados, portanto, é o próprio Jesus através do sacerdote.

4)O que é exame de consciência? Como fazê-lo?

Como fazer o exame de consciência? Muitos encontram dificuldade. Apresentamos abaixo alguns pontos e algumas perguntas que poderão servir de guia. Para discernir com critério seguro o que é grave e o que é leve, é preciso seguir o juízo da própria consciência á luz do Espírito Santo.

Com relação a Deus e á Igreja:

  •  Que lugar Deus ocupa em minha vida? Participo da Santa Missa todos os domingos ou só vou á Igreja quando sinto vontade? Participo com fé e devoção, ou por outros motivos? Presto bastante atenção ou fico distraído?
  • Rezo diariamente e com devoção? Respeito o nome de Deus e dos Santos? Jurei falso? Fiz promessas e deixei de as cumprir? Trabalhei nos domingos e festas da Igreja?
  • Perdi a fé ou a confiança em Deus, deixando-me levar pelo desespero? Blasfemei contra Deus ou contra os Santos? Consultei búzios, horóscopos, mandei ler cartas ou mãos? Acreditei em espiritismo, consultei médiuns, acreditei em reencarnação? Participei de cultos de outras religiões?
  • Andei por muito tempo afastado da Igreja e dos Sacramentos? Procurei crescer na fé, estudando a palavra de Deus e participando de cursos promovidos pela minha paróquia? Fui fiel no dízimo e nas ofertas?
  • Cuido da educação religiosa dentro da minha casa? Promovi a fé no meu bairro, na vizinhança e no trabalho ou guardei a minha fé só pra mim? Dou testemunho cristão em todos em lugares ou sou cristão só dentro da Igreja?
  • Confesso-me e comungo com freqüência? Deixei de contar todos os meus pecados por vergonha? Comunguei e pecado grave? Sou casado na Igreja ou simplesmente me uni com alguém?

 

Com relação ao próximo:
  • Perdoei com facilidade ou guardei mágoas, rancores e desejos de vingança? Prestei auxílio aos mais necessitados? Julguei e condenei o próximo? Reparti meu alimento, minha roupa, meu tempo com os mais carentes? Zombei dos pobres, aleijados, doentes mentais? Procurei me interessar pelas obras sociais da minha comunidade?
  • Como anda minha língua? Difamei alguém? Caluniei? Menti? Faleis palavrões? Fiz fofocas? Ensinei ou defendi pensamentos contrários à fé (por exemplo: aborto, uso de pílulas, preservativo e outros métodos anticontraceptivos condenados pela Igreja; uniões ilícitas, relações sexuais fora do matrimônio)? Roubei ou deixei de restituir coisas roubadas? Desprezei os outros de nível social ou intelectual mais baixo?
  • Cometi adultério ou tentei seduzir alguém ao pecado? Fui violento ou critiquei em demasia? Fui obediente a meus pais e superiores? Fui bom aluno, sou estudioso e trabalhador?
Com relação a si próprio:
  • Atentei contra minha própria vida ou tive pensamentos de suicídio? Aceitei-me como sou ou guardei imagem negativa de mim mesmo? Abusei de alimentos, sexo, bebidas, drogas? Preocupei-me demasiadamente com dinheiro, posição social, fama, etc?
  • Alimentei sentimentos de ódio, de culpa, de inferioridade, inveja, ciúmes, orgulho ou vaidade? Procurei manter uma sexualidade sadia, ou deixei-me levar por pensamentos e desejos impuros, tendo relações antes do casamento?
  • Procuro manter a pureza de coração nos meus relacionamentos: com meus olhos, minhas palavras, meus pensamentos, comigo mesmo? Li revistas ou assisti a filmes imorais?
  • Cuidei da minha saúde ou a prejudiquei com excesso de remédios, auto medicamentos, abuso de bebidas alcoólicas, excesso de trabalho, regimes danosos á saúde, pouco tempo de descanso, poucas horas de sono, etc? Tenho consciência e reconheço que a vida é um dom de Deus?
  • Provoquei aborto? Ensinei ou o aconselhei? Fui preguiçoso? Egoísta?

5)Como se exerce o rito da Confissão?

A Confissão é simples. Vamos destacar alguns pontos importantes:

a)O lugar mais adequado para se receber esse sacramento é um recinto sagrado: igreja ou oratório. Mas se isso não for possível, a confissão poderá ser feita em qualquer outro lugar.

b)Após a saudação inicial, a confissão começa com uma de suas partes essenciais, que é a acusação dos próprios pecados, por parte do penitente. Na acusação é preciso dizer o tempo transcorrido desde a última confissão. Por exemplo: “Eu não me confesso há um mês” ou “Eu não me confesso há um ano”. Depois devem ser inicialmente relatados os pecados mortais e em seguida os pecados veniais. Embora a acusação dos pecados veniais não seja obrigatória, é aconselhável que nos acusemos deles.

c)A acusação deve ser concisa e completa. A acusação concisa mostra que fomos objetivos, humildes e modestos em nosso exame de consciência. Uma acusação desnecessariamente longa pode nos levar a justificativas e desculpas ou ao desejo, mesmo que velado, de querer ficar bem diante do confessor. A acusação completa abrange todos os pecados mortais, sem exceção. A sinceridade absoluta na confissão é vital para recebermos o perdão de Deus.

d)Após a acusação é possível que o sacerdote nos faça alguma pergunta e que nos dê alguns conselhos. Em seguida, indicará a penitência que deveremos cumprir, que poderá consistir em orações ou em obras de caridade.

e)Antes de terminar, o sacerdote pede que nos arrependamos recitando o Ato de Contrição ou alguma jaculatória ou ainda alguma contrição sem fórmula fixa.

f)Terminando, o sacerdote recita a fórmula da absolvição: “Deus, Pai de Misericórdia, que, pela morte e ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para a remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.

6)Que é o Segredo da Confissão?

O Segredo da Confissão é o silêncio absoluto que o sacerdote é obrigado a guardar sobre os pecados ouvidos. Trata-se do chamado Sigilo Sacramental, o mais estreito vínculo de segredo que existe na terra. O sacerdote é proibido de revelar por qualquer motivo, sem exceção alguma, o que lhe foi dito em confissão.

7)Podemos nos confessar “diretamente com Deus?”.

Não. Todo os pecados cometidos devem ser explicitamente confessados ao sacerdote. Só assim obteremos o perdão. O Código de Direito Canônico diz: “A Confissão é individual é o único modo com o qual o fiel se reconcilia com Deus e com a Igreja”.

8)O que é Confissão Comunitária?

A Confissão Comunitária consiste na celebração comunitária da reconciliação, com confissão geral e absolvição geral.

9)A Confissão Comunitária é válida?

A Confissão Comunitária é válida em casos especiais, como por exemplo:

- Quando há um iminente perigo de morte e não há tempo para que o sacerdote ouça a confissão de cada um dos penitentes;

-Quando há um número muito grande de penitentes, mas não se tem um número suficiente de sacerdotes, o que obrigaria os fiéis a permaneceram muito tempo sem a confissão ou sem a comunhão.

De qualquer forma, compete única e exclusivamente ao Bispo Diocesano julgar sobre a necessidade de absolvição geral e dar autorização para tanto.

10)  A Confissão Comunitária pode substituir a Confissão Individual?

Não. Mesmo tendo recebido a absolvição na Confissão Comunitária, o penitente é obrigado a enumerar os pecados mortais da próxima vez que se confessar. Ao receber a absolvição coletiva deve-se ter o propósito de, assim que for possível, confessar individualmente os pecados mortais.

11)  Para poder comungar é preciso se confessar antes?

Para comungar é preciso estar na graça de Deus, o que significa ausência de pecado mortal. Quem deseja comungar e está em pecado mortal não pode receber a comunhão sem ter se confessado antes. Quem só cometeu pecado venial, pode comungar, mas deverá antes pedir o perdão rezando o Ato de Contrição.

12)  Com qual freqüência devemos nos confessar?

A Igreja estabelece que devemos confessar os pecados mortais ao menos uma vez por ano por ocasão da Páscoa da Ressurreição. Mas se quisermos buscar nossa santificação e conversão é aconselhável nos confessarmos com mais freqüência, mesmo sem termos cometido faltas graves. A confissão dos pecados veniais, embora não sendo estritamente necessária, é recomendada pela Igreja.

13)  Por que a Confissão tem também outros nomes?

O Sacramento da Confissão chama-se também Sacramento da Reconciliação por que reconcilia o pecador com o amor de Deus.

Chama-se também Sacramento do Perdão por que pela absolvição do sacerdote, Deus nos dá o perdão e a paz.

É também chamado Sacramento da Conversão, pois realiza o convite de Jesus á conversão, o caminho de volta ao Pai, do qual a pessoa se afastou pelo pecado.

Finalmente é também chamado de Sacramento da Penitência por que consagra um esforço pessoal e eclesial de conversão, de arrependimento e de satisfação do cristão pecador.

14)  O que acontece se a pessoa se esquece de confessar um pecado mortal?

Se a pessoa se esquece de confessar um pecado mortal, a confissão é válida, mas esta pessoa deverá confessar o pecado na próxima confissão.

15)  O que é Ato de Contrição?

O Ato de Contrição é uma oração que o penitente reza antes de receber a absolvição dos pecados pelo sacerdote. O Ato de Contrição consiste na manifestação do arrependimento por ter pecado e ofendido a Deus.

Há várias maneiras de fazê-lo, não existe uma fórmula fixa. Podemos recitar o Ato de Contrição que aprendemos no catecismo na Primeira Eucaristia, ou uma jaculatória tipo: “Senhor, Tu sabes tudo, Tu sabes que eu Te amo” (Jó 21,17). Ou ainda a seguinte oração: “Meus Deus, por que sois infinitamente bom, tenho muita pena de Vos ter ofendido. Ajudai-me a não tornar a pecar”.

Ou ainda:

“Meu Jesus, que tanto me amas! Com meus pecados te ofendi! Perdão, Senhor, perdão! Não quero mais pecar. É grande a minha fraqueza, Senhor. Ajuda-me com Tua graça”!

16)  O que é cumprir a penitência?

Cumprir a penitência consiste em rezar as orações ou praticar as obras que o confessor mandar. A Penitência é dada com a finalidade de “sarar” o pecador e é imposta de acordo com o pecado. Pode consistir tanto em orações como em obras de caridade em favor dos menos favorecidos, etc.

Texto elaborado por Stefania Contessa Pânico
Bibliografia
  • Orações do Cristão – Ed. Quadrante, 5ª. ed., S.Paulo, 1995
  • Confessar-se. Como? Por que? – Ed.Loyola, 3ª.ed., S.Paulo, 1997
  • Cura pela Confissão – Pe. Alfredo C.Veiga, Ed. Loyola. S.Paulo, 1996
  • Por que Confessar-se – Rafael Stanziona de Moraes. Ed. Quadrante, 2ª. ed., S.Paulo, 1991
  • Catecismo Breve – Enrique Pèlach. Ed.Quadrante, S.Paulo, 1997
  • A fé explicada – Leo J. Trese. Ed.Quadrante, S.Paulo, 1995
 

(Topo)

 
DOUTRINA
• Deus Pai
• Jesus Cristo
• Espírito Santo
• Maria
• Igreja
• Bíblia
APOIO ESPIRITUAL
• Orações
• Peça sua Oração
• Velas Virtuais
CARMELITAS


Carmelitas mensageiras do Espírito Santo

PALAVRA DA IGREJA



• Palavra   do Papa



Medjugorje
• Cartas às Famílias
• Igreja/Documentos

INDIQUE ESTE SITE A UM AMIGO
Seu Nome:

Seu e-mail:

Nome do amigo:

e-mail do amigo:


COPYRIGHT©2001 A Reprodução de qualquer parte do conteúdo deste site é proibida. Conheça nossa política de privacidade