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São Pedro

Simão era pescador de Betsaida (Lc 5,3; Jo 1,44), que mais tarde se estabelecera em Cafarnaum (Mc 1,21.29). Seu irmão André o introduz entre os que seguem Jesus (Jo 1,42): mas Simão havia sido certamente preparado para este encontro por João Batista. O Cristo lhe muda o nome e o chama “Pedra” (Mt 16,17-19; Jo 21,15-17), para realizar em sua pessoa o tema da pedra fundamental. Simão Pedro é uma das primeiras testemunhas que vê o sepulcro vazio (Jo 20,6) e merece uma especial aparição de Jesus ressuscitado (Lc 24,34).

Depois da ascensão, ele toma a direção da comunidade cristã (At 1,15;15,7), enuncia o esquema da Boa-nova (At 2,14-41), e é o primeiro a tomar consciência da necessidade de abrir a Igreja aos pagãos (At 10-11). Essa missão espiritual não o livra da condição humana nem das deficiências do temperamento (Mt 10,41; 14,29.66-72; Jo 13,6; 18,10; Mt 14,29-31). Paulo não hesita em contradizê-lo na discussão de Antioquia (At 15; Gl 2,11-14), para convidá-lo a libertar-se das praticas judaicas. Parece, de fato, que neste ponto Pedro tenha tardado para abrir-se e tendesse a considerar os cristãos de origem pagã como uma comunidade inferior a dos cristãos de origem judaica (At 6,1-2). Quando Pedro vai a Roma torna-se o apóstolo de todos. Cumpre, então, plenamente, sua missão de “pedra angular”, reunindo num só “edifício” os judeus e os pagãos e ratifica esta missão com seu sangue.

      

São Paulo

Depois de sua conversão na estrada de Damasco, Paulo percorre, em quatro ou cinco viagens, o Mediterrâneo. Faz a primeira viagem em companhia de Barnabé (At 13-14); partem de Antioquia, param na ilha de Chipre e depois percorrem a atual Turquia. Após o concílio dos apóstolos em Jerusalém, Paulo inicia uma segunda viagem, desta vez expressamente como “convidado” dos “Doze” (At 15,36-18,22). Atravessa novamente a Turquia, evangeliza  a Frigia e a Galácia, onde adoece (GL 4,13). Passa à Europa com Lucas e funda a comunidade de Filipos (Grécia setentrional). Depois de um período de prisão, evangeliza a Grécia; em Atenas sua missão encontra nos filósofos um obstáculo; em Corinto funda a comunidade que lhe dá mais trabalho. Em seguida volta a Antioquia. Uma terceira viagem (At 18,23-21,17) o leva às Igrejas fundadas na atual Turquia, especialmente a Éfeso, depois à Grécia e a Corinto. De passagem em Mileto, anuncia aos anciãos sua próxima provação. De fato, pouco depois de sua volta a Jerusalém é preso pelos judeus e posto no cárcere (At 21). Sendo cidadão romano, Paulo apela para Roma.

Empreende assim uma quarta viagem, esta a Roma, mas não mais em estado de liberdade (At 21-26). Chega a Roma pelo ano 60 ou 61; é mantido na prisão até cerca do ano de 63; no entanto, aproveitando de algumas facilidades que lhe são proporcionadas, entra em freqüente contato com os cristãos da cidade e escreve as “cartas do cativeiro”. Libertado no ano de 63, faz, provavelmente, uma última viagem à Espanha (Rm 15,24-28) ou às comunidades dirigidas a Timóteo e Tito, às quais escreve cartas que deixam entrever seu fim próximo. De novo preso e encarcerado, Paulo sofre o martírio cerca do ano 67.

Pedro e Paulo: dois nomes que ao longo dos séculos personificaram a Igreja inteira em sua ininterrupta Tradição. Aos dois primeiros mestres da fé chegou-se mesmo a “confessar” os pecados no Confiteor, reconhecendo neles a Igreja histórica. Para os orientais também, os dois “irmãos” significam todo o colégio apostólico, como pedras fundamentais da fé. Ainda hoje o Papa invoca a autoridade dos santos Apóstolos Pedro e Paulo quando, em seus atos oficiais, quer referir a Tradição à sua fonte: a palavra de Deus. Só pela escuta desta palavra no Espírito, pode a Igreja se “tornar perfeita no amor em união como o Papa, os bispos e toda a ordem sacerdotal”.

  

        

 
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